terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Janeiro, que tema

Janeiro, Janeiro.

Não compareci ao reveillon revolucionário do blunt, fugi à luta com os amigos em pleno Rio de Janeiro, para tentar vencer uma pequena batalha pessoal entre o Rio da Prata e os Andes. Levado pelo que eu disse ser uma chave de boceta, mas muito mais que isso, fugi da batalha do Rio para tentar socorrer o que sempre é mais precioso no balanço final de um ano que se termina: as grandes relações.
Nesse caso uma grande relação que me acompanhou em meu precário e divertido estabelecimento na cidade de São Paulo desde o começo de 2007 e que via escorregar, deslisar, cair abismo abaixo sem eu conseguir segurar. A viagem de ano novo foi mais nostálgica do que revolucionária, foi mais bela do que surpreendente e por aí vai.
E apesar de fugir da revolução com os amigos no Rio, janeiro vai terminando dizendo que o ano será de amigos, anunciando que a batalha dos pampas foi divertida, mas foi em vão.
Parece até que poderei colaborar diretamente com o Jonas na frança. Será?

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