quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

na(f)talina

E o tão esperado blog.... não decolou. Pode não ser definitivo e dá para entender que é difícil começar um projeto novo em dezembro. Mas ainda assim é uma pena.
Em uma semana começa 2009. E na virada não haverá a grande reunião que chegou a ser anunciada. Ainda assim, estarão juntos alguns bravos. Justamente aqueles (exceto por mim) para quem o próximo ano traz grandes marcos. Um casa e outro muda de país.
O Natal chuvoso vai passando e as horas se arrastam na semana da purificação. É importante aproveitar para refletir. Na virada de 2007 para 2008, isso fez toda a diferença. Aliás, sempre fez. Que faça mais uma vez, e sempre.
Esqueçam o velho! Quebrem o velho! Preparem o novo e me tragam quando estiver no ponto. Dia 31, quando escurecer.

sábado, 13 de dezembro de 2008

timidamente dezembro

O ano novo continua sendo a data mais legal, mais cheia de significado e mais comemorada. Quando chega essa época, em dezembro, normalmente eu oscilo entre momentos de euforia e de ligeira depressão. Acho que deve seguir a mesma lógica do inferno astral.

Começo a sair dos esboços e fazer balanços mais consistentes do ano que vai se acabando. Pra cá os balanços só vem depois de serem ditos pros brothers no esperado encuentro de ano novo.

Isso porque a importância do ano novo está em reafirmar convicções e tomar posição sobre as questões importantes. Precisa, portanto, de uma reflexão em conjunto com ação. Prática revolucionária para fazer mudar o mundo. E a vida de cada um.

O ano novo é um momento revolucionário. Enquanto isso, dezembro vai passando, entre trabalhos que precisam acabar, confraternizações, chuvas, começo de férias e papais noéis, tudo pra fingir que não é nada muito importante o que está pra acontecer.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Camaleões

Cansei de ser verde, fiquei rajado, amarelo e vermelho
Saí para a pista e com a nova pele, carquei cinco
Enquanto carcava me pediram para ficar hora roxo, hora azul celestial
Mudei e elas me mandaram mensagens de texto
Perdi meu me, isso em mim, ouvindo-as sussurarem
Derrepente, mais uma vez vi que elas queriam mudar minhas cores novamente
Com seus controles remotos do olhar
Olhar de meninas, hipnólogas milenares
Eita! retornei às cores, voltei, fiquei amarelo e vermelho outra vez
Defendendo cores que eu quis e que nem sei se quero mais
Cansei e voltei ao verde, peguei um livro e ignorei as mensagens